Monitoramento de processos

Sempre que visitamos uma empresa perguntamos se o processo é monitorado e sempre temos como resposta: sim. Então perguntamos como o monitoramento é efetuado e na grande maioria das vezes temos como resposta: “vamos até a sala de controle de hora em hora e verificamos.” É raro as vezes em que escutamos que há efetivamente um monitoramento, ou seja, um obtenção automática dos valores a serem medidos e tomada de decisões em função dos limites ou alertas necessários para o processo.

Neste momento efetuamos outra pergunta. Quanto de dinheiro você esta perdendo ou melhor, fazendo a empresa perder por não monitorar? Ou pior ainda. Qual o risco a empresa esta correndo e o valor que será gasto por não monitorar? Será que vale o risco?

É neste momento que efetivamente olhamos para o monitoramento como investimento e um ótimo investimento seja pela redução de perdas ou por evitar que acidentes ocorram.

O grande problema é que monitorar não quer dizer simplesmente colocar um datalogger para efetuar a medição. É necessário que fatores metrológicos sejam observados como a exatidão do critério de aceitação do processo, sensibilidade dos sensores, erro e incerteza dos instrumentos de medição entre outros fatores.

Outro ponto que deve ser observado são as funções que o equipamento utilizado para o monitoramento. Como estamos falando em monitoramento se faz necessário o envio de avisos e informações possibilitando o envio de informações automáticas às pessoas responsáveis pelas ações imediatas entre outras que sejam aplicáveis.

Outros fatores como o cruzamento de dados também se faz necessário quando falamos em monitoramento uma vez que fatores externos como as condições climáticas podem influenciar na medição.

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